sábado, 8 de março de 2008

Ford e Cirque de Soleil



A Ford canadense não brinca em serviço, contratou simplesmente o Cirque Du Soleil para promover seus carros em um comercial de televisão. Os artistas do circo, em torno de 16, fazem umas estripulias e montam um carro. Fantástico!É um carro de 16 cavalos, digo, humanos! hehehe!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Mostra de fotografia e cinema - UFRJ

A Mostra de Fotografia e Cinema procura mostrar os "Desafios à Inclusão Social" e conta com a exposição fotográfica "As lentes da exclusão" de Rafael Barreto, a exibição do documentário "Notícias de uma guerra particular" e várias outras atrações.
Mais informações no site: http://www.ufrj.br/eventos.php?sg=FILME&cod=274
Onde: Salão Nobre do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS / UFRJ)Quando: De 17/03/2008 a 21/03/2008Contato: (21)3521-6452

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Raúl Castro é o novo presidente de Cuba!

Raúl Castro foi escolhido presidente de Cuba neste domingo e, em seu primeiro discurso, prometeu reduzir a estrutura do Estado, melhorias na economia e continuidade política. Em um dos principais trechos de seu pronunciamento, Raúl prometeu eliminar o "excesso de proibições que já não têm sentido". O general de 76 anos substitui seu irmão, Fidel Castro, que deixou a Presidência da ilha após 49 anos e 55 dias no poder. Vestido em um traje civil azul escuro, Raúl disse que "Fidel é insubstituível". "Assumo a responsabilidade que me encomendam com a convicção (...) de que o Comandante em Chefe da revolução cubana é um só", disse, se referindo a Fidel Castro.Também reiterou a sua convicção no Partido Comunista Cubano e no socialismo e acrescentou que poderia continuar a consultar Fidel em decisões de Estado.O novo presidente terá pela frente o desafio de implantar reformas econômicas que permitam resolver a questão do abastecimento. A população da ilha enfrenta uma crise de escassez de alimentos e não conta com serviços essenciais

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Havia escurecido. Eu acompanhei as nuvens escuras tomando espaço, cobrindo as pessoas de azul escuro, e achei que as nuvens não tinham culpa. Foi o vento que às tinham carregado, tempestuosamente. Eu, parado, sem guarda-chuva, debaixo de uma marquise, observa aquelas pessoas seguindo para algum lugar que eu não sabia. Eu sabia por que estava ali: esperava.
Espero sempre. Não tanto por que eu queira, mas por que acabo sempre por ter de esperar alguma coisa, silenciosamente, quase como se fosse um dom paciente, e eu fosse uma espécie de sentinela das solidões alheias.
Hoje tentei comparar a minha solidão com as dos outros, ali, sob aquela chuva que alagava as ruas forçando que as pessoas se arrumassem em ilhas: muitas solidões perto umas das outras. A chuva passou a tanta que muitas daquelas solidões acabaram por encostar roupas e braços molhados em mim. Fui me tornando o centro de outra ilha, sem que eu mesmo o quisesse. A cada trovão, a cada raio, a cada rajada de vento, a ilha condensava-se inquieta e espremia a minha solidão, que agora estava molhada e fria.
Soltei-me. Passei ao meio da rua, sob a tempestade, e senti algo que prendeu minha atenção por muito tempo: aquela chuva forte, o vento frio, a rua alagada, eu andando sozinho no meio do mar da cidade, esquecendo as tantas ilhas que eu cercava; meus pés pisando a avenida que havia se tornado um rio raso… Era como andar sobre as águas…
Quando minha atenção novamente ficou livre, foi que reparei que havia entrado numa rua sem saída e vazia. O último pensamento que guardei foi que muitas solidões, quando se amontoam, causam fastio umas às outras.
Era bom estar ali, sem saída, sem nenhuma ilha, feito um náufrago da multidão. Exatamente: um náufrago. Mas um náufrago que sabia por que estava ali. Eu esperava. Esperava um socorro também solitário: uma embarcação fantasma, que não tivesse nenhum espelho a bordo.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Ausência

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces.
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada.
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

Vinicius de Moraes

domingo, 2 de dezembro de 2007

Uma das cenas mais inusitadas que já vi no Youtube, foi uma réplica de uma Ferrari F50, feita de madeira, navegando pelos canais de Veneza, na Itália. O criador do curioso carro-anfíbio é o artista plástico Livio De Marchi. Isso aconteceu no ano 2000. Os primorosos trabalhos de De Marchi lhe rendeu fama internacional. Merecido reconhecimento. Veja o vídeo da Ferrari:

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ciclo de Palestras sobre Responsabilidade Social

A Universidade Federal do Rio de Janeiro terá duas palestras com o tema Responsabilidade Social Empresarial na próxima semana.
Na quarta- feira, dia 31/10,às 11hs a jornalista Amélia González, editora do suplemento Razão Social, do Jornal O Globo, fará um palestra sobre Mídia e Responsabilidade Social, no auditório da CPM da Escola de Comunicação da UFRJ.
No dia seguinte, quinta-feira, 1/11, às 11 hs, no mesmo auditório, será a vez do gerente de Responsabilidade Social da Souza Cruz, Glauco Humai, falar sobre o programa desenvolvido pela empresa.
O ciclo de palestras é parte das atividades da disciplina Comunicação e Responsabilidade Social Empresarial, ministrada pela professora Lucia Santa Cruz na Escola de Comunicação/UFRJ.